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Autismo e o esporte


Neste dia 18 de junho, o Dia do Orgulho Autista deve ser celebrado em grande parte do mundo. Segundo dados do CDC (Center of Deseases Control and Prevention), existe hoje um caso de autismo a cada 110 pessoas. Desse modo, estima-se que o Brasil, com seus 207 milhões de habitantes  (IBGE), possua cerca de 2 milhões de autistas.

A dificuldade de iteração social das crianças com autismo e a falta de locais apropriados levam muitos pais e mães a pensarem duas vezes antes de inserir a prática da atividade física na rotina dos filhos. O medo da não adaptação é frequente, mas especialistas garantem que o esporte é uma das melhores maneiras de inclusão destas crianças, sem contar os ganhos cognitivos, de coordenação motora e de autoestima.

Geralmente, quando se pensa em esporte para crianças com autismo, logo vem à cabeça a natação, que realmente é excelente. Porém, há outras modalidades, como futebol e basquete, judo, jiu jitsu que também são ótimas, além de outras práticas menos populares, como hipismo e esgrima.

Acredite! Cada esporte traz ganhos específicos e ajuda muito no âmbito cognitivo e no condicionamento físico.

Antes, porém, vale lembrar que, em geral, não há restrição para a prática de nenhum esporte. No entanto, é sempre recomendado procurar profissionais capacitados que possam instruir os alunos corretamente e, claro, acompanhar a evolução no desenvolvimento.